segunda-feira, 9 de março de 2020

Os gregos antigos reconhecem 7 tipos de amor


Como você define o amor? É a primeira dança no casamento de seus pais? O silêncio confortável entre melhores amigos? A magia de segurar seu filho recém-nascido?

Há muitos tipos diferentes de amor, e dentro de cada um reside uma paisagem inteira de sentimentos complexos e momentos gratificantes.
Os gregos antigos reconhecem 7 tipos de amor Cada um valioso a sua maneira, e cada um é necessário para se ter em uma vida saudável e feliz. Quais delas são fortes em sua vida? Quais precisam de mais atenção?
Aqui estão os sete tipos de amor, de acordo com os antigos gregos:
1. Philautia
É o amor que temos por nós mesmos. Honestamente, este é onde todo amor começa. Quando nosso relacionamento com nós mesmos é forte, todos os outros amores em nossas vidas parecem se encaixar. Philautia vem em duas formas. Uma é uma espécie de falso amor-próprio, semelhante à arrogância e narcisismo. Envolve um gosto pelo dinheiro, fama e poder. Esse tipo de amor próprio é definido por uma inclinação para colocar-se diante do bem maior. Em contraste, uma saudável Philautia é caracterizada pela autoestima, confiança e um compromisso de cuidar de nós mesmos e dos outros. Isso nos permite direcionar  o amor que temos por nós mesmos ao mundo que nos rodeia.


2. Pragma
É um amor baseado na dedicação ao bem maior. Em um amor pragmático. O romance e a atração são muitas vezes separados em favor de metas compartilhadas e compatibilidades. Este tipo de amor é muitas vezes visto em casais que se formaram a partir de um casamento arranjado ou aliança política. Também inspira os casais a fazerem o seu relacionamento funcionar por causa dos filhos. Pragma é o tipo de profundo amor e compromisso que nos leva a fazer a coisa certa. Muitos relacionamentos começam como Eros ou Ludos e mais tarde evoluem para Pragma, quando essas formas mais simples de amor não são suficientes para sustentá-los.



3. Ludus
É o oposto de Pragma – embora muitas vezes possa crescer para o outro à medida que o tempo e as circunstâncias mudam. Ludus é uma forma de amor mais divertida. É definido por brincadeira, alegria e falta de compromisso. Este é o tipo de amor que podemos sentir quando dançamos com um estranho ou namoramos com um colega de classe. Em contraste com a profunda dedicação que caracteriza o amor pragmático, o único objetivo compartilhado de Ludus é o prazer. Ludus é divertido, mas não pode durar por si próprio. Com o tempo, ou desaparece ou cresce para Eros ou Philia.


4. Eros
É o tipo de relacionamento que frequentemente associamos à palavra “amor”. Este tipo é caracterizado pelo romance, paixão e desejo. Eros é o nome grego para cupido, que atira em pessoas com suas flechas e causa esse tipo de atração. Ele é muitas vezes retratado como uma criança vendada, sugerindo que Eros muitas vezes ataca sem razão. Esse tipo de amor é o mais perigoso, mas também é o que perseguimos com todo o coração. Ele nos consome completamente e desafia qualquer tipo de lógica.


5. Philia
Descreve o sentimento compartilhado de calor que temos com nossos irmãos ou amigos próximos. É sincero, platônico e mutuamente benéfico. Isso ultrapassa Eros e Ludos, então, seria sábio priorizar esse tipo de amor sobre os mais passageiros. Muitas vezes, os amantes podem se desenvolver para compartilhar essa conexão. Eles podem dizer a você que seu cônjuge é o seu melhor amigo. Isso é algo para se almejar, uma vez que Philia é uma das conexões mais poderosas que duas pessoas podem compartilhar. Estas relações são íntimas, autênticas e seguras.



6. Storge
É o tipo muito especial de amor que os pais têm para com seus filhos. Como Philia, esse tipo de amor é poderoso e eterno. No entanto, ao contrário de Philia, não é um sentimento de amor entre iguais. Em vez disso, descreve uma relação de pais que cuidam de uma criança. Também difere de Philia na medida em que é incondicional. A criança não tem qualquer responsabilidade com os pais. Pelo contrário, os pais a amam exatamente como são. Storge é o que inspira os pais a perdoarem seus filhos, incondicionalmente. Pais com um forte senso de Storge farão qualquer sacrifício por seu filho e não pedirão nada em troca.


7. Agape
É o sentido universal do amor que todos nós aspiramos sentir. Agape é um amor incondicional para todos os seres vivos. Este é o tipo de amor que nos dá o desejo de fazer o bem. Estes sentimentos podem nos inspirar a ser voluntários, salvar o planeta, ou realizar um simples ato de bondade. Eles nos ajudam a agir com compaixão e altruísmo. A verdadeira agape é caracterizada por uma forte conexão com a natureza, a humanidade e o universo. É de onde nasce o bom carma. Quando sentimos Agape, estamos no nosso mais próximo de Deus. “Nunca existe momento ou lugar para o amor verdadeiro. Acontece acidentalmente, em um batimento cardíaco, em um único momento intermitente e latejante “, escreveu Sarah Dessen.


terça-feira, 3 de março de 2020

Religião e Religiosidade


Religiosidade e religião são palavras com significados diferentes.
Religiosidade é a dimensão do ser humano pela qual ele experiência o sentido espiritual e transcendente da vida, este é um entre outros significados desta palavra. Uma pessoa pode não participar de nenhuma religião e ainda assim continuar sendo religiosa, isto porque a religiosidade é inerente ao ser humano, isto significa que ele nasce com esta dimensão.

A religiosidade pode ser desenvolvida de uma forma positiva a
partir da educação ou formação do senso ético. Essa educação pode acontecer principalmente na família e na comunidade religioso.

Religião é uma palavra que vem do latim “religare” e significa religar, unir de novo ou juntar. Logo, religião significa religação do ser humano consigo mesmo, com os outros, com a natureza, com o sagrado e com o transcendente ou imanente. Pode-se dizer que religião é o encontro do ser humano com o sagrado.

Religião é também a maneira concreta de vivenciar o sentimento religioso por meio das práticas religiosas ou espiritualidades, dos ritos ou cerimônias, símbolos, textos sagrado e normas éticas de conduta.


Muitas religiões contribuem para a humanização das sociedades humanas quando buscam ajudar as pessoas a serem felizes e solidárias
umas com as outras, bem como, quando promovem a defesa da vida, do
bem comum, da justiça, da paz, da fraternidade e do respeito entre todos os povos.

A religião faz parte da vida de muitas pessoas, sendo um valor importante para elas. Todas as pessoas, não importa a religião que professam, merecem nosso respeito e consideração.
 fonte: Apostila de Ensino Religioso - Curitiba

AS REGRAS DE OURO EM VÁRIAS RELIGIÕES


quinta-feira, 20 de fevereiro de 2020

PRINCÍPIOS ÉTICOS NAS RELIGIÕES

PRINCÍPIOS ÉTICOS NAS RELIGIÕES - 
Um tema para o Ensino Religioso.


As tradições religiosas são um pertencimento humano. Ou seja, elas fazem parte do contexto social e cultural de um povo. Uma das razões pelas quais vários indivíduos buscam algum tipo de religião é para "colocar ordem na vida". Por causa das intempéries do cotidiano, às pessoas buscam na fé religiosa, sentido para vida, espiritualidade, esperança para viver e também orientações para uma conduta correta.
 
A ética é um ramo da filosofia, e as religiões possuem em seu repertório doutrinário princípios éticos. Com isso podemos concluir que: religião e filosofia andam juntas. Geralmente quando uma pessoa procura uma religião, e adere a ela, consequentemente aceitará os princípios éticos e morais dessa religião.

O objetivo deste texto é ser mais uma fonte de apoio para auxiliar o trabalho dos professores do Ensino Religioso. O ethos é um dos eixos temáticos dos Parâmetros Curriculares Nacionais do Ensino Religioso (PCNER).
"É a forma interior da moral humana em que se realiza o próprio sentido do ser. É formado na percepção interior dos valores, de que nasce o dever como expressão da consciência e como resposta do próprio "eu" pessoal. O valor moral tem ligação com um processo dinâmico da intimidade do ser humano e, para atingi-lo, não basta deter-se à superfície das ações humanas" (PCNER, 2009, p. 55-56). 
São analisados, de forma resumida, os princípios éticos do hinduísmo, budismo, judaísmo, islã e cristianismo.
  
1. Hinduísmo.
"A ética do hinduísmo funda-se no carma, a lei moral de causa e efeito, e no darma, o conceito do caminho moral correto que cada pessoa deve seguir. Como o caráter e as circunstancias de uma pessoa variam, a fé lhe oferece maneiras de viver bem e seguir seu darma" (WILKINSON, 2011, p. 172).
"Aquilo que faço aqui e agora, terá consequências na próxima reencarnação". A ética hindu está completamente ligada a lei da "causa e efeito". O fiel hindu procura a partir do seus méritos e esforço próprio ter uma conduta moral que lhe garanta viver melhor em outra vida.

Mas qual a diferença entre carma e darma? O termo carma vem do sânscrito que significa "ação", "ato","trabalho", está ligado as consequências das ações feitas pelo homem, e que determinarão o que acontecerá com ele futuramente. O carma é um código de ética coletivo, ninguém foge dele. Já o darma é mais individual e está ligado a casta que a pessoa faz parte. Existe um darma para cada tipo de pessoa, e cabe a cada um viver conforme o seu darma. 
"A sociedade hindu é dividida numa série de classes sociais, chamadas varnas ou castas. A vida e as ações de todos dependem da classe em que nasceram. Por tradição, o darma de uma pessoa tem relação direta com a varna em que nasceu. [...] A casta que um hindu nasce afeta sua escolha de trabalho, de cônjuge, e das pessoas com as quais pode comer ou de quem pode aceitar comida. A ética hindu se ajusta a esse sistema de classe, e a pessoa deve obedecer às regras de casta para permanecer ritualmente pura" (WILKINSON, 2011, p. 173).
Não podemos esquecer que dentro desse sistema de castas, existem castas superiores e inferiores. E é um sistema que não permite mudanças, ou seja, quem é de uma casta inferior não pode mudar para outra superior. Em suma, o individuo cresce e morre na casta que nasceu.
 
Mas apesar disso, independente da casta, os hindus acreditam que a vida é sagrada. A violência deve ser evitada. E é condenável matar animais para alimentação. Essa é a causa da vaca ser um animal sagrado para os hindus. Os hindus não comem carne de vaca, eles são essencialmente vegetarianos. 


2. Budismo.

O Budismo é uma divisão do hinduísmo, mas tomou emprestado alguns princípios éticos da antiga religião.
"Tal como outras religiões da Índia, como o hinduísmo e o jainismo, o budismo adere à lei da causalidade moral, ou carma, segundo a qual os seres humanos acumulam mérito ou demérito (carma bom ou mau) como resultado de seu comportamento.[...] Nesse ínterim, esperam acumular mérito seguindo os preceitos éticos estabelecidos quando o budismo surgiu" (WILKINSON, 2011, p. 194). 
A ética budista está fundamentada no "caminho das oito vias", é através deste caminho em que o fiel budista se esforça para se livrar do sofrimento e do desejo. Semelhante ao hinduísmo, a ética budista é essencialmente meritória, ou seja, é pelos seu méritos que o budista alcança à libertação dos desejos e do ciclo de reencarnações. 
"Com base em sua própria experiência, Buda acreditava que o homem deve evitar os extremos da vida. Não se deve viver nem no prazer extravagante, nem na autonegação exagerada. Ambos os extremos acorrentam o homem ao mundo e, assim, à "roda da vida". O caminho para dar fim ao sofrimento é o "caminho do meio", e Buda o descreveu em oito partes: (1) perfeita compreensão; (2) perfeita aspiração; (3) perfeita fala; (4) perfeita conduta; (5) perfeito meio de subsistência; (6) perfeito esforço; (7) perfeita atenção, e (8) perfeita contemplação" (HELLERN; NOTAKER; GAARDER, 2000, p. 57).
Os pontos 3, 4 e 5, estabelecem código moral no budismo. A perfeita fala significa que homem deve se abster de falar mentiras, calúnias e fofocas. O budista deve falar de forma verdadeira e amigável com o seu semelhante. A perfeita conduta está relacionada a não matar, não roubar, não ter uma vida promiscua, etc. A perfeita subsistência está relacionado à escolha de uma profissão. O budista não teve escolher um trabalho que entre em confronto com os ensinamentos budistas. Por exemplo, é incompatível um budista ser açougueiro, pois esse trabalho entra em desacordo com o princípio budista de não matar.

3. Judaísmo. 
"O judaísmo tem centenas de mandamentos, mas os judeus não veem sua fé como legalista. Como os ensinamentos da Torá e do Talmude são muito práticos e cobrem todos os aspectos da vida, os judeus estão conscientes de sua religião e de sua ligação com Deus em tudo o que fazem" (WILKINSON, 2011, p. 72).
A ética judaica não é dualista, ou seja, os judeus não fazem distinção entre ética e vida religiosa. Na Torá judaica existem ao todo 613 mandamentos, que regem vários aspectos da vida dos judeus.
"O judaísmo dá destaque a uma série de qualidades eticamente boas: generosidade, hospitalidade, boa vontade para ajudar, honestidade e respeito pelos pais. Um princípio fundamental é não fazer mal aos outros, ou, de maneira afirmativa: "Amará o teu próximo como a tio mesmo" (Levítico 19.18). [...] A Bíblia exige que sejam dados de presente aos pobres os frutos da terra. Desde os tempos antigos era hábito não colher o que desse nos cantos dos campos, para que os pobres pudessem ali entrar e colher para si. Do mesmo modo, parte das azeitonas e das uvas era deixada nas árvores e nos vinhedos para ser apanhada pelos pobres" (HELLERN; NOTAKER; GAARDER, 2000, p. 112).
Colocar esses preceitos em prática é uma forma do fiel judeu se aproximar do Eterno. À medida que os mandamentos da Torá são observados e praticados; a vida social e comunitária dentro do judaísmo se torna justa, no sentido de que os menos favorecidos sejam amparados e os mais abastados sejam solidários. 

4. Islã. 
"O Islã é uma religião prática. Oferece a seus seguidores um corpo de instruções sobre como viver suas vidas, e estabeleceu um sistema, chamado xariá, para orientar a tomada de decisões morais e legais. Enraizadas no Corão, essas instruções morais também acolhem a opinião de líderes religiosos" (WILKINSON, 2011, p. 134).
Todos princípio éticos islâmicos estão contidos na Xariá. É através dela que à vida do fiel muçulmano, como da sociedade são regidos. O Corão é o principal fundamento da Xariá e da ética muçulmana. No entanto, também existe a Suna que são os relatos da vida do Profeta Maomé. Quando uma passagem do Corão não é bem compreendida, a Suna (Hadith) do Profeta serve como auxilio interpretativo. Quanto mais o crente muçulmano conhece o Corão, mais aprenderá os princípios éticos do Islã.
 
5. Cristianismo.

O principal fundamento da ética cristã é a vida e os ensinos de Jesus Cristo. O fiel cristão procurará conduzir a sua vida através do que Cristo ensinou. O sermão da montanha, registrado no Evangelho de São Mateus, é uma das bases para fundamentação da ética cristã. 
"O chamado Sermão da Montanha (Mateus 5-7) é fundamental para as bases éticas do cristianismo. Jesus começa dizendo à multidão que não veio para revogar a lei judaica de Moisés, mas sim para cumpri-la. Ele prossegue estabelecendo um novo sistema ético que estende a lei mosaica de um modo que se tornou fundamental para a formulação de uma moralidade cristã distinta. Amplia o mandamento "Não matarás", fazendo-o incluir até o fato de alimentar raiva contra o outro; expande o mandamento contra o adultério para que abranja desejos lúbricos; e reforça a injunção contra a invocação em vão do nome do Senhor, nela inserido praguejar falando em céu, terra ou em si próprio" (GOOGAN, 2007, p. 75).
Por ser a religião com o maior número de adeptos; é comum que os princípios éticos do cristianismo acabem se espalhando para outras partes do planeta. Várias nações e países foram, durante sua história, moldados em princípios éticos cristãos. Trabalhos beneficentes, decisões jurídicas e a constituição de alguns países, foram direta ou indiretamente fundamentados em algum principio ético cristão.  

6. Considerações finais.

Ao analisar resumidamente os princípios éticos dessas cinco religiões podemos concluir que: 

1. Cada religião tem uma forma diferente de entender o que é ética; 
2. Por terem surgido em contextos sociais e culturais distintos, as religiões podem ter princípios de conduta que entrem em conflito com os de outra religião. Por exemplo, o Corão permite que o homem, se tiver condições econômicas, tenha até quatro mulheres (Alcorão 4.3) . É o que chama-se de poligamia. Na ética cristã à poligamia não é permitida; 
3. Os princípios éticos não são eternos, eles podem sofrer algum tipo de mudança com o passar do tempo; 
4. As religiões procuram, cada uma ao seu modo, serem um canal de mediação entre o homem e o transcendente.


Fontes: 
COOGAN. Michael. Religiões. São Paulo, Publifolha, 2007.
HELLERN, Vitor; NOTAKER, Henry; GAARDER, Jostein. O livros das Religiões. São Paulo. Companhia das letras, 2000.
FONAPER. Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Religioso. São Paulo, Mundo Mirim, 2009.
WILKINSON, Philip. Religiões: guia ilustrado Zahar. Rio de Janeiro, Zahar, 2011.

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

TRADIÇÃO ORAL


Tradição oral é o conhecimento oral transmitido oralmente de uma geração para outra, ou seja, de pai para filho ou mãe para filha ou filho.  
As mensagens ou testemunhos são verbalmente transmitidas em discurso ou canção e podem tomar a forma de: contos, provérbios,parábolas e canções.
Desta forma, é possível que uma sociedade possa transmitir a história oral literatura oral, a lei oral, e outros saberes entre as gerações, sem um sistema de escrita.
No início, antes da escrita ser inventada, as religiões antigas utilizou a tradição oral para transmitir suas mensagens e histórias. 
Exemplo: A história de Adão e Eva, antes de ser escrita na Bíblia, ela era contada oralmente de geração para geração. 

Exercícios:
1.O que é a tradição oral
2.  Por que os povos antigos utilizavam a tradição oral?.
3. Você conhece alguma história ou lenda contada por pessoas mais velhas, que ainda não foi escrita?
4. Cite exemplo de tradição oral?
5. Relate como as religiões antigas transmitiam suas histórias?

6. Como era contada a história de Adão e Eva?

INTRODUÇÃO AOS ESTUDOS HISTORICOS

CONTÉUDO A SER DESENVOLVIDA

ENSINO DE FILOSOFIA NO ENSINO MÉDIO

CONTEÚDO EM DESENVOLVIMENTO